Aos dezesseis dias do mês de junho de dois mil e nove (16/06/2009), às treze horas (13:00h), nos reunimos nas dependências do Projeto Alvorada da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Oswaldo Piana” para realizarmos a Oficina 6 da Unidade 12 do TP3: Gêneros e tipos Textuais.
Após um momento de desabafos bons e ruins sobre a educação em geral fizemos a leitura e reflexão da mensagem: “A história do lápis”. Destacamos as qualidades do lápis; uma delas diz que de vez em quando precisamos parar aquilo que estamos escrevendo e usarmos o apontador. E o que estamos fazendo... Em seguida distribuímos uma lembrancinha: “Um lápis decorado”.
Prosseguimos com a revisão, através de apostila, do TP3, conteúdos das Inidades 11 e 12. Fazemos sempre uma revisão porque os cursistas e eu achamos muito importante. A gente se situa...
Passamos aos relatos de experiências, onde cada um desenvolveu a atividade do Avançando na Prática que mais se adaptava à turma.
Alguns cursistas aplicaram o Avançando na Prática da página 124. Relataram que mesmo que já se trabalhe estas produções, sempre precisamos ficar atentos para as novidades e mostrar características da narração e descrição conduzindo-os à identificação com mais segurança.
Acharam interessante a atividade, pois podemos juntar o narrativo e descritivo, colocar um texto no outro, ou seja, das partes para o todo, observar bem as características físicas e psicológicas, identificar a introdução, desenvolvimento e conclusão que ainda se torna difícil para muitos, etc.
A Professora Francisca desenvolveu o Avançando na Prática da página 109, adaptou com atividades do Livro Didático usando muitas aulas. Relatou suas dificuldades e experiências com relação a aplicação, mas completou : “Os alunos brincaram e aprenderam. Amaram as aulas.
Com relação ao Avançando na Prática da página 115, a Professora Maria Berenice relatou que encontrou um ponto negativo, onde após pedir aos alunos que trouxessem os manuais, bulas, etc. ninguém trouxe, cada um justificou a sua maneira, até que as mães não deixaram tirá-los das caixas dos aparelhos, mas a Professora prevenida levou alguns. Dividiu a turma em três grandes equipes e explicou-lhes o que deveriam fazer. Para sua surpresa questionaram muito e disseram se tratar de um “texto indicativo”, porque indicava o que era para fazer.
A professora concluiu sua fala dizendo que a turma é muito crítica e ativa, por isso, os trabalhos surtem ótimos resultados!
Já tínhamos trabalhado e falado bastante fomos lanchar!
Em seguida retornamos e desenvolvemos as atividades referentes ao texto do Jô Soares, composição: “O salário mínimo”, onde todos tiveram oportunidade e expuseram suas idéias e conclusões.
Fizemos a Avaliação dos trabalhos realizados neste dia e falamos sobre o assunto do TP4, “Letramento”. Lançamos alguns questionamentos para reflexão. Relembramos a importância da leitura dedicada para o andamento dos próximos trabalhos!
A história do lápis
O menino olhava a avó escrevendo uma carta e perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E, por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele!
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo. "Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."
"Finalmente, ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".
Autoria de Paulo Coelho
terça-feira, 14 de julho de 2009
Relatório do Encontro do Gestar II
No dia vinte e três de maio de dois mil e nove (23/05/2009), às sete horas e trinta minutos (7:30h), nos reunimos na sala dos professores da Escola Estadual de Ensino Fundamental “Oswaldo Piana” para mais uma Sessão Coletiva do GESTAR II.
Conforme combinado no encontro anterior, as atividades iniciais foram, desenvolvidas juntamente com Formadores e Cursistas de Matemática e Língua Portuguesa.
Iniciamos com boas-vindas, leitura e reflexão da mensagem: “A galinha e a águia”. Aconteceram muitas interpretações da metáfora ocasionando risos e descontração, porém conseguimos direcionar para nossa vida profissional e social.
Recordamos a eles a necessidade da Lista Nominal da Turma cadastrada para o desenvolvimento das atividades do GESTAR II em cada área.
Foi pauta novamente, a construção do Projeto a ser implementado na escola, o qual o cursista deverá desenvolver para a finalização do Programa.
Observamos a ansiedade dos cursistas em dar prosseguimento a esta Formação Continuada, onde eles relevam sua importância, mas reclamam do tempo hábil para o estudo do TP, a confecção, realização e aplicação das atividades propostas, bem como a apresentação dos resultados nos encontros.
Somente dez horas de planejamento e reforço é muito pouco; a sugestão é que diminuam quatro aulas para estudo, pesquisas, planejamento, elaboração de relatórios, etc. Ouvimos suas insatisfações e nos comprometemos em repassá-las aos nossos superiores para uma possível solução.
Lanchamos e partimos para o segundo momento, cada qual com seus cursistas.
Relembramos alguns pontos interessantes sobre os Gêneros textuais e passamos aos relatos de experiência do Avançando na prática pedagógica.
Os cursistas relataram de modo geral, que o desenvolvimento da atividade do Avançando na Prática escolhido unanimemente: Gênero Biografia, página 25, TP3 observaram alguns pontos relevantes na sua aplicação. Dificuldades em redigir em 3ª pessoa. Alguns professores deram-lhes sequências de itens para observarem e facilitar no desenvolvimento. Houve cursistas que aplicaram até no Ensino Médio.Sua aplicação diferenciada causou dificuldades e resultados que os fizeram refletir mais uma vez sobre a sua importância na busca de dados pessoais de cada aluno; alguns que eram filhos de pais separados, sem condições de diálogo, órfãos de pais (com pouca história...), alguns que não quiseram fazer a sua, mas fizeram de outras pessoas que gostavam, políticos entre outros. Todos tiveram experiência e descobertas fantásticas.
Observamos que os cursistas aplicaram a atividade com responsabilidade e interesse em fazer o melhor, pois quando surgiam dúvidas sempre perguntavam, e dessa forma pudemos chegar ao um bom resultado.
Na sequência do encontro fomos para a parte III - Proposta de atividades.
Após a leitura, reflexão e distribuição das atividades conseguimos desenvolvê-las e socializá-las, porém observamos a dificuldade em elaborar os planos de aula . O professor de 1º ao 5º ano faz isso semanalmente em seu Caderno. O de 6º ao 9º ano prepara suas aulas para muitas turmas diferentes, mas não registra da mesma forma.
Prosseguimos com a Autoavaliação igual a da oficina anterior.
Comentamos sobre o tema da próxima oficina e observamos as páginas do Avançando na prática .
Finalizamos nossas atividades desse dia com a entrega de uma lembrancinha e a certeza de que o GESTAR II realmente veio para fazer a diferença. “A paciência é amarga, mas seus frutos são doces” (Augusto Cury).
Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia. - De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão. - Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas. - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! - Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas. O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha! - Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
E Aggrey terminou conclamando:
- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.
(Autor: Leonardo Boff)
Conforme combinado no encontro anterior, as atividades iniciais foram, desenvolvidas juntamente com Formadores e Cursistas de Matemática e Língua Portuguesa.
Iniciamos com boas-vindas, leitura e reflexão da mensagem: “A galinha e a águia”. Aconteceram muitas interpretações da metáfora ocasionando risos e descontração, porém conseguimos direcionar para nossa vida profissional e social.
Recordamos a eles a necessidade da Lista Nominal da Turma cadastrada para o desenvolvimento das atividades do GESTAR II em cada área.
Foi pauta novamente, a construção do Projeto a ser implementado na escola, o qual o cursista deverá desenvolver para a finalização do Programa.
Observamos a ansiedade dos cursistas em dar prosseguimento a esta Formação Continuada, onde eles relevam sua importância, mas reclamam do tempo hábil para o estudo do TP, a confecção, realização e aplicação das atividades propostas, bem como a apresentação dos resultados nos encontros.
Somente dez horas de planejamento e reforço é muito pouco; a sugestão é que diminuam quatro aulas para estudo, pesquisas, planejamento, elaboração de relatórios, etc. Ouvimos suas insatisfações e nos comprometemos em repassá-las aos nossos superiores para uma possível solução.
Lanchamos e partimos para o segundo momento, cada qual com seus cursistas.
Relembramos alguns pontos interessantes sobre os Gêneros textuais e passamos aos relatos de experiência do Avançando na prática pedagógica.
Os cursistas relataram de modo geral, que o desenvolvimento da atividade do Avançando na Prática escolhido unanimemente: Gênero Biografia, página 25, TP3 observaram alguns pontos relevantes na sua aplicação. Dificuldades em redigir em 3ª pessoa. Alguns professores deram-lhes sequências de itens para observarem e facilitar no desenvolvimento. Houve cursistas que aplicaram até no Ensino Médio.Sua aplicação diferenciada causou dificuldades e resultados que os fizeram refletir mais uma vez sobre a sua importância na busca de dados pessoais de cada aluno; alguns que eram filhos de pais separados, sem condições de diálogo, órfãos de pais (com pouca história...), alguns que não quiseram fazer a sua, mas fizeram de outras pessoas que gostavam, políticos entre outros. Todos tiveram experiência e descobertas fantásticas.
Observamos que os cursistas aplicaram a atividade com responsabilidade e interesse em fazer o melhor, pois quando surgiam dúvidas sempre perguntavam, e dessa forma pudemos chegar ao um bom resultado.
Na sequência do encontro fomos para a parte III - Proposta de atividades.
Após a leitura, reflexão e distribuição das atividades conseguimos desenvolvê-las e socializá-las, porém observamos a dificuldade em elaborar os planos de aula . O professor de 1º ao 5º ano faz isso semanalmente em seu Caderno. O de 6º ao 9º ano prepara suas aulas para muitas turmas diferentes, mas não registra da mesma forma.
Prosseguimos com a Autoavaliação igual a da oficina anterior.
Comentamos sobre o tema da próxima oficina e observamos as páginas do Avançando na prática .
Finalizamos nossas atividades desse dia com a entrega de uma lembrancinha e a certeza de que o GESTAR II realmente veio para fazer a diferença. “A paciência é amarga, mas seus frutos são doces” (Augusto Cury).
A Águia e a GalinhaUma metáfora da condição humana
Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia. - De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão. - Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas. - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! - Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas. O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha! - Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
E Aggrey terminou conclamando:
- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.
(Autor: Leonardo Boff)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Relatório do Encontro do GESTAR II dia 09/05/2009
No dia nove de maio de dois mil e nove (09/05/2009), às sete horas e trinta minutos (7:30 h), iniciamos mais um encontro do GESTAR II. A princípio resolvemos unir Matemática e Língua Portuguesa,Eliane eu os acolhemos com as boas vindas e informamos que no primeiro momento, a mensagem, os informes e a hora do lanche pretendemos reuni-los, uma vez que esse encontro acontece no mesmo dia, local e hora. A aceitação foi unânime.
Em seguida reforçamos a importância do estudo dos TPs e a realização de todas as atividades existentes no Programa; também falamos da elaboração do Projeto a ser implementado, que eles se articulem e aos poucos definam o mesmo para que possamos atendê-los, não deixando acumular atividades.
Após algumas discussões e esclarecimentos sobre o Projeto entregamos uma apostila do Centro de Formação Continuada de Professores da UnB sobre o Portifólio, a qual especificou o que é, para que serve, como construir, como avaliá-lo, considerações finais e a inclusão do memorial reflexivo. Salientamos sua importância para a avaliação, autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e profissional (informando-os que também construiremos o de cada um).
Dadas estas informações passamos a analisar um relatório, já trabalhado pelos formadores de Língua Portuguesa em Porto Velho, o qual continha idéias soltas, faltava coesão, erros ortográficos, início e meio bem confusos. Com esse trabalho esperamos ter ajudado os cursistas no registro das atividades, que não são poucas.
Fizemos um debate acerca das impressões que nos foram causadas pela leitura do artigo “texto” “A Relação entre a autoria e orientação no processo de elaboração de teses e dissertações” de Ana Maria Netto Machado.
Na quinta feira, dia 07 de agosto de 2008, no curso de formação continuada do Gestar II.
Cada componente do grupo expôs suas considerações acerca do tema: “dificuldades de escrever textos” levantaram possíveis causas e apontou prováveis soluções.
O grupo percebeu que os grandes desafios a serem superados no ato da escrita tem várias causas, mas a principal seria o despreparo do professor (pela compreensão que ele tem do texto, digo, objeto texto). Pela tradição escolar, para um texto surgir basta o professor pedir para o aluno escrever e esperar que o papel em branco seja preenchido.
É o reflexo da primeira concepção de linguagem, na qual seria a expressão de um pensamento. Então bastaria colocar o pensamento no papel e pronto.
Concluímos ser necessário a urgente mudança no modo de encaminhas o ensino, digo, o trabalho com produção de textos. Eles devem surgir de alguma necessidade presente numa situação trazida do mundo exterior a sala de aula ou criada pelo professor pra instrumentalizar e desenvolver de forma contextualizada esse trabalho de escrito, os textos devem ganhar o mundo, isto é, serem socializadas a busca de interlocutores reais e sofrer as conseqüências naturais de aceitação ou rejeição parcial ou total.
Esse seria o maior reconhecimento para um escritor real.
Observações feitas pelos cursistas:
As idéias estão soltas.
O 1º e o 2º parágrafos estão fora de ordem.
Três parágrafos repetiram a mesma idéia.
A conclusão ficou bem feita.
Sete pequenos parágrafos.
Terminado o primeiro momento lemos a mensagem para reflexão “As pontes da União”, que nos leva a pensar como seria mais fácil se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes.
Servimos um lanche e na sequência nós de Língua Portuguesa.ficamos onde estávamos e os cursistas de Matemática e a Formadora Eliane foram para outra sala.
Sentindo a dificuldade quanto a lotação dos cursistas na área e a definição da turma a cadastrar para a realização efetiva dos trabalhos observei a necessidade em trabalhar mais alguns assuntos importantes, já que houve a impossibilidade para que todos conseguissem aplicar as atividades em tempo hábil, não acontecendo a oficina nº 5 integralmente.
Observamos o Guia Geral, seção I, páginas 44, 45 e 46 onde reforça o conhecimento sobre a estrutura dos cadernos de Língua Portuguesa; seção II, páginas 50, 51 e 52 Sistema de avaliação do professor cursista.
Reforcei que devemos avisar aos pais dos alunos que o GESTAR está sendo desenvolvido naquela turma e em conseqüência na escola toda.
Conferi a ficha de inscrição e a situação de cada cursista . Abri espaço para os desabafos. Reclamaram que o tempo é curto para tantas atividades, mas que estão se esforçando para assimilá-las e cumpri-las no prazo estipulado. A maioria dos professores possui a carga horária de 30 aulas em sala e mais 10 distribuídas entre reforço e planejamento ( Os professores de Língua Portuguesa e Matemática dão também aulas de reforço.). São sabedores que o estudo é além deste horário, mas o planejamento das atividades a serem aplicadas, não.
Em seguida fomos ao TP3 observar mais uma vez a sua composição, desde a apresentação, sumário e as oficinas. Orientei-os novamente quanto ao estudo individual e desenvolvimento das atividades.
Observamos todos os Avançando na prática das unidades 9 e 10 e por se tratar de um momento único para trabalharmos o gênero biografia, com praticamente todas as turmas, a decisão foi que todos aplicariam a atividade da página 25. Decidimos assim porque a situação ainda estava meio difícil.
Solicitei aos cursistas que também façam sua Biografia.
Como os TPs já haviam sido entregues no primeiro dia conseguimos revisar para reforçar o estudo dos pontos importantes sobre Gêneros textuais das Unidades 9 e 10. Esta revisão foi feita com a transformação de slides em texto de uma atividade que trouxemos de Porto Velho e complementação no TP3. Os cursistas gostaram da atividade e disseram que desta forma houve maior interação dos conhecimentos para aplicação.
Por sentirmos ainda muita insegurança, medo de não estarmos fazendo certo, julgamos ter feito aquilo que era viável para o momento. Estamos estudando muito, mas as dúvidas e os contratempos aparecem e isso nos deixa um tanto inseguros. Tentamos encorajar nossos cursistas, mas sabemos o quanto é difícil.
Em seguida reforçamos a importância do estudo dos TPs e a realização de todas as atividades existentes no Programa; também falamos da elaboração do Projeto a ser implementado, que eles se articulem e aos poucos definam o mesmo para que possamos atendê-los, não deixando acumular atividades.
Após algumas discussões e esclarecimentos sobre o Projeto entregamos uma apostila do Centro de Formação Continuada de Professores da UnB sobre o Portifólio, a qual especificou o que é, para que serve, como construir, como avaliá-lo, considerações finais e a inclusão do memorial reflexivo. Salientamos sua importância para a avaliação, autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e profissional (informando-os que também construiremos o de cada um).
Dadas estas informações passamos a analisar um relatório, já trabalhado pelos formadores de Língua Portuguesa em Porto Velho, o qual continha idéias soltas, faltava coesão, erros ortográficos, início e meio bem confusos. Com esse trabalho esperamos ter ajudado os cursistas no registro das atividades, que não são poucas.
Fizemos um debate acerca das impressões que nos foram causadas pela leitura do artigo “texto” “A Relação entre a autoria e orientação no processo de elaboração de teses e dissertações” de Ana Maria Netto Machado.
Na quinta feira, dia 07 de agosto de 2008, no curso de formação continuada do Gestar II.
Cada componente do grupo expôs suas considerações acerca do tema: “dificuldades de escrever textos” levantaram possíveis causas e apontou prováveis soluções.
O grupo percebeu que os grandes desafios a serem superados no ato da escrita tem várias causas, mas a principal seria o despreparo do professor (pela compreensão que ele tem do texto, digo, objeto texto). Pela tradição escolar, para um texto surgir basta o professor pedir para o aluno escrever e esperar que o papel em branco seja preenchido.
É o reflexo da primeira concepção de linguagem, na qual seria a expressão de um pensamento. Então bastaria colocar o pensamento no papel e pronto.
Concluímos ser necessário a urgente mudança no modo de encaminhas o ensino, digo, o trabalho com produção de textos. Eles devem surgir de alguma necessidade presente numa situação trazida do mundo exterior a sala de aula ou criada pelo professor pra instrumentalizar e desenvolver de forma contextualizada esse trabalho de escrito, os textos devem ganhar o mundo, isto é, serem socializadas a busca de interlocutores reais e sofrer as conseqüências naturais de aceitação ou rejeição parcial ou total.
Esse seria o maior reconhecimento para um escritor real.
Observações feitas pelos cursistas:
As idéias estão soltas.
O 1º e o 2º parágrafos estão fora de ordem.
Três parágrafos repetiram a mesma idéia.
A conclusão ficou bem feita.
Sete pequenos parágrafos.
Terminado o primeiro momento lemos a mensagem para reflexão “As pontes da União”, que nos leva a pensar como seria mais fácil se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes.
Servimos um lanche e na sequência nós de Língua Portuguesa.ficamos onde estávamos e os cursistas de Matemática e a Formadora Eliane foram para outra sala.
Sentindo a dificuldade quanto a lotação dos cursistas na área e a definição da turma a cadastrar para a realização efetiva dos trabalhos observei a necessidade em trabalhar mais alguns assuntos importantes, já que houve a impossibilidade para que todos conseguissem aplicar as atividades em tempo hábil, não acontecendo a oficina nº 5 integralmente.
Observamos o Guia Geral, seção I, páginas 44, 45 e 46 onde reforça o conhecimento sobre a estrutura dos cadernos de Língua Portuguesa; seção II, páginas 50, 51 e 52 Sistema de avaliação do professor cursista.
Reforcei que devemos avisar aos pais dos alunos que o GESTAR está sendo desenvolvido naquela turma e em conseqüência na escola toda.
Conferi a ficha de inscrição e a situação de cada cursista . Abri espaço para os desabafos. Reclamaram que o tempo é curto para tantas atividades, mas que estão se esforçando para assimilá-las e cumpri-las no prazo estipulado. A maioria dos professores possui a carga horária de 30 aulas em sala e mais 10 distribuídas entre reforço e planejamento ( Os professores de Língua Portuguesa e Matemática dão também aulas de reforço.). São sabedores que o estudo é além deste horário, mas o planejamento das atividades a serem aplicadas, não.
Em seguida fomos ao TP3 observar mais uma vez a sua composição, desde a apresentação, sumário e as oficinas. Orientei-os novamente quanto ao estudo individual e desenvolvimento das atividades.
Observamos todos os Avançando na prática das unidades 9 e 10 e por se tratar de um momento único para trabalharmos o gênero biografia, com praticamente todas as turmas, a decisão foi que todos aplicariam a atividade da página 25. Decidimos assim porque a situação ainda estava meio difícil.
Solicitei aos cursistas que também façam sua Biografia.
Como os TPs já haviam sido entregues no primeiro dia conseguimos revisar para reforçar o estudo dos pontos importantes sobre Gêneros textuais das Unidades 9 e 10. Esta revisão foi feita com a transformação de slides em texto de uma atividade que trouxemos de Porto Velho e complementação no TP3. Os cursistas gostaram da atividade e disseram que desta forma houve maior interação dos conhecimentos para aplicação.
Por sentirmos ainda muita insegurança, medo de não estarmos fazendo certo, julgamos ter feito aquilo que era viável para o momento. Estamos estudando muito, mas as dúvidas e os contratempos aparecem e isso nos deixa um tanto inseguros. Tentamos encorajar nossos cursistas, mas sabemos o quanto é difícil.
Mensagem "As Pontes da União"
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. - Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim. - Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. - Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: - Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: - Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho, partiu com sua caixa de ferramentas. - Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: - Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir... Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos... O que você está esperando? Que tal começar agora !!! Pensamento: "A única vez que você não pode falhar é na última vez que tentar." Charles Kattering
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