No dia nove de maio de dois mil e nove (09/05/2009), às sete horas e trinta minutos (7:30 h), iniciamos mais um encontro do GESTAR II. A princípio resolvemos unir Matemática e Língua Portuguesa,Eliane eu os acolhemos com as boas vindas e informamos que no primeiro momento, a mensagem, os informes e a hora do lanche pretendemos reuni-los, uma vez que esse encontro acontece no mesmo dia, local e hora. A aceitação foi unânime.
Em seguida reforçamos a importância do estudo dos TPs e a realização de todas as atividades existentes no Programa; também falamos da elaboração do Projeto a ser implementado, que eles se articulem e aos poucos definam o mesmo para que possamos atendê-los, não deixando acumular atividades.
Após algumas discussões e esclarecimentos sobre o Projeto entregamos uma apostila do Centro de Formação Continuada de Professores da UnB sobre o Portifólio, a qual especificou o que é, para que serve, como construir, como avaliá-lo, considerações finais e a inclusão do memorial reflexivo. Salientamos sua importância para a avaliação, autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e profissional (informando-os que também construiremos o de cada um).
Dadas estas informações passamos a analisar um relatório, já trabalhado pelos formadores de Língua Portuguesa em Porto Velho, o qual continha idéias soltas, faltava coesão, erros ortográficos, início e meio bem confusos. Com esse trabalho esperamos ter ajudado os cursistas no registro das atividades, que não são poucas.
Fizemos um debate acerca das impressões que nos foram causadas pela leitura do artigo “texto” “A Relação entre a autoria e orientação no processo de elaboração de teses e dissertações” de Ana Maria Netto Machado.
Na quinta feira, dia 07 de agosto de 2008, no curso de formação continuada do Gestar II.
Cada componente do grupo expôs suas considerações acerca do tema: “dificuldades de escrever textos” levantaram possíveis causas e apontou prováveis soluções.
O grupo percebeu que os grandes desafios a serem superados no ato da escrita tem várias causas, mas a principal seria o despreparo do professor (pela compreensão que ele tem do texto, digo, objeto texto). Pela tradição escolar, para um texto surgir basta o professor pedir para o aluno escrever e esperar que o papel em branco seja preenchido.
É o reflexo da primeira concepção de linguagem, na qual seria a expressão de um pensamento. Então bastaria colocar o pensamento no papel e pronto.
Concluímos ser necessário a urgente mudança no modo de encaminhas o ensino, digo, o trabalho com produção de textos. Eles devem surgir de alguma necessidade presente numa situação trazida do mundo exterior a sala de aula ou criada pelo professor pra instrumentalizar e desenvolver de forma contextualizada esse trabalho de escrito, os textos devem ganhar o mundo, isto é, serem socializadas a busca de interlocutores reais e sofrer as conseqüências naturais de aceitação ou rejeição parcial ou total.
Esse seria o maior reconhecimento para um escritor real.
Observações feitas pelos cursistas:
As idéias estão soltas.
O 1º e o 2º parágrafos estão fora de ordem.
Três parágrafos repetiram a mesma idéia.
A conclusão ficou bem feita.
Sete pequenos parágrafos.
Terminado o primeiro momento lemos a mensagem para reflexão “As pontes da União”, que nos leva a pensar como seria mais fácil se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes.
Servimos um lanche e na sequência nós de Língua Portuguesa.ficamos onde estávamos e os cursistas de Matemática e a Formadora Eliane foram para outra sala.
Sentindo a dificuldade quanto a lotação dos cursistas na área e a definição da turma a cadastrar para a realização efetiva dos trabalhos observei a necessidade em trabalhar mais alguns assuntos importantes, já que houve a impossibilidade para que todos conseguissem aplicar as atividades em tempo hábil, não acontecendo a oficina nº 5 integralmente.
Observamos o Guia Geral, seção I, páginas 44, 45 e 46 onde reforça o conhecimento sobre a estrutura dos cadernos de Língua Portuguesa; seção II, páginas 50, 51 e 52 Sistema de avaliação do professor cursista.
Reforcei que devemos avisar aos pais dos alunos que o GESTAR está sendo desenvolvido naquela turma e em conseqüência na escola toda.
Conferi a ficha de inscrição e a situação de cada cursista . Abri espaço para os desabafos. Reclamaram que o tempo é curto para tantas atividades, mas que estão se esforçando para assimilá-las e cumpri-las no prazo estipulado. A maioria dos professores possui a carga horária de 30 aulas em sala e mais 10 distribuídas entre reforço e planejamento ( Os professores de Língua Portuguesa e Matemática dão também aulas de reforço.). São sabedores que o estudo é além deste horário, mas o planejamento das atividades a serem aplicadas, não.
Em seguida fomos ao TP3 observar mais uma vez a sua composição, desde a apresentação, sumário e as oficinas. Orientei-os novamente quanto ao estudo individual e desenvolvimento das atividades.
Observamos todos os Avançando na prática das unidades 9 e 10 e por se tratar de um momento único para trabalharmos o gênero biografia, com praticamente todas as turmas, a decisão foi que todos aplicariam a atividade da página 25. Decidimos assim porque a situação ainda estava meio difícil.
Solicitei aos cursistas que também façam sua Biografia.
Como os TPs já haviam sido entregues no primeiro dia conseguimos revisar para reforçar o estudo dos pontos importantes sobre Gêneros textuais das Unidades 9 e 10. Esta revisão foi feita com a transformação de slides em texto de uma atividade que trouxemos de Porto Velho e complementação no TP3. Os cursistas gostaram da atividade e disseram que desta forma houve maior interação dos conhecimentos para aplicação.
Por sentirmos ainda muita insegurança, medo de não estarmos fazendo certo, julgamos ter feito aquilo que era viável para o momento. Estamos estudando muito, mas as dúvidas e os contratempos aparecem e isso nos deixa um tanto inseguros. Tentamos encorajar nossos cursistas, mas sabemos o quanto é difícil.
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